Os Brocadores

O faro de gol de Hernane foi decisivo para a conquista rubro-negra da Copa do Brasil. Porém, o Brocador não foi o único destaque do título do Flamengo. O que falar sobre o gol de Elias sobre o Cruzeiro aos 40 minutos do segundo tempo? E a importância do técnico Jayme de Almeida? Além disso, o Rubro-Negro teve "coadjuvantes" de luxo na caminhada rumo a mais uma taça do torneio.

Flamengo agradece o apoio da torcida e retribui com o título da Copa do Brasil | Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

Flamengo agradece o apoio da torcida e retribui com o título da Copa do Brasil | Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia
Felipe

Felipe

A segurança do Flamengo começa no gol, com Felipe. Com atuações seguras, ele ajudou o Rubro-Negro a conquistar mais uma Copa do Brasil. O goleiro, inclusive, surpreendeu ao aparecer na final. Felipe se recuperou rapidamente de uma artroscopia no joelho esquerdo.

Leo Moura

Leo Moura

A experiência de Léo Moura virou aliada do Flamengo. O lateral-direito ainda ajudou com sua qualidade. A campanha foi especial para o camisa 2. No segundo jogo contra o Botafogo, no dia de seu aniversário, marcou um gol e foi reverenciado pelo Maracanã. Léo Moura pôde levantar a taça de campeão, a primeira dele como capitão.

Chicão

Chicão

Chicão virou o xerife da zaga rubro-negra. E também contribuiu no ataque, como no gol no primeiro jogo contra o Goiás.

Wallace

Wallace

Wallace cresceu com o Flamengo. Contestado no início do ano, o zagueiro se firmou e teve atuações seguras na reta final da competição.

André Santos

André Santos

André Santos voltou à lateral esquerda e não decepcionou. A parceria com Paulinho foi uma das armas do Flamengo. Além disso, o camisa 27 ajudou com gol e assistências para Hernane.

Amaral

Amaral

Pitbull rubro-negro, Amaral foi a principal mudança de Jayme de Almeida com relação ao time de Mano Menezes. Além de proteger a zaga, o volante achou espaço para brilhar na frente. No primeiro jogo da final, ele fez um golaço de fora da área.

Elias

Elias

Motor do time, Elias foi o jogador mais regular do Flamengo na temporada. Rapidamente ele virou referência da torcida. E retribuiu em campo. Foi dele o gol da classificação no duelo com o Cruzeiro. A emoção tomou conta do volante. O coração voltou a ser testado na semifinal contra o Goiás. Novamente ele marcou e viu a torcida gritar o nome de seu filho (à época, Davi se recuperava de um problema de saúde).

Luiz Antônio

Luiz Antônio

A versatilidade de Luiz Antônio ajudou o Flamengo. Ora volante, ora mais avançado, como meia, e até mesmo como lateral-direito, ele se doou pelo time e representa a categoria de base rubro-negra. Ele é o único titular formado pelo Fla.

Carlos Eduardo

Carlos Eduardo

Carlos Eduardo não conseguiu cair nas graças da torcida, mas pode se "defender" com o gol marcado sobre o Cruzeiro, no jogo de ida, no Mineirão. Pelo menos, melhorou seu rendimento na reta final da temporada.

Paulinho

Paulinho

Vai, Paulinho, vai, Paulinho! O grito da torcida embalou o atacante. Pelo lado esquerdo, Paulinho virou uma das armas do Flamengo. Com sua velocidade, soube explorar os contra-ataques e municiar Hernane. Quando teve chance, ainda fez gol, como no primeiro duelo com o Goiás.

Hernane

Hernane

Hernane se notabilizou como homem-gol, ou melhor, Brocador do Flamengo na Copa do Brasil. O camisa 9 apareceu em momentos importantes, sobretudo no Maracanã, seu palco predileto. Foi o artilheiro do torneio.

Jayme de Almeida

Jayme de Almeida

Jayme de Almeida provou que técnico o Flamengo também faz em casa. Assumiu na "fogueira", logo após o pedido de demissão de Mano Menezes. O jeito sereno ajudou. O Rubro-Negro melhorou sob o seu comando. O treinandor também é um dos destaques do título da Copa do Brasil.